sexta-feira, 6 de abril de 2012

Guerra declarada

Talvez sejamos os guerreiros que, em sala de aula, lutamos contra tudo, contra todos. Por cousas que muitas vezes compreendemos parcialmente, mais ainda, enxergamos diferente, enxergamos o futuro.
Antever o que acontecerá é a nossa tarefa, auxiliar, inspirar, sofrer, brigar até o fim.
Pelas crianças, pelos jovens, pelos profissionais, por outros docentes.
Quando dizemos não sabermos determinada cousa, este é o primeiro passo da humanização: Somos imperfeitos; sabemos um pouco mais, mas não tão mais, então eis o audaz, bem mais:  Desafio.
E, se ainda assim, somos capazes de carregar o mundo todo nas costas, a cruz do ensino, do destino o estandarte, da eternidade...
Ser professor é empreender a Jihad todos os dias santificados, santificando o ensino como meio para obter-se métodos, para seres humano, mais humano.
São verdades, dias, vaidades, pensamentos, contribuições, esperanças, passageiros num grande amontoado de superação e virtude inviolável, variavelmente verossímil à vida vida:Vagueia na vã verdade advinda e invariável.
Somos mais, bem mais que letrados,somos pais, mães, filhos, filhas, irmãs, primos, tias, tios, taxistas, porteiros, contadores, engenheiros, loucos. Detemos conhecimento sobre algo, ensinamos.
Eis o orgulho de meu povo, que em si retrata as verdades e virtudes de tudo o que é, para ele, objeto de dificuldade, mais ainda: Ensina ao próximo através do exemplo jovial e desapegado da psique brasileira.
Amo meu povo, amo minha profissão, luto por uma causa.

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