Guerra declarada
Talvez sejamos os guerreiros que, em sala de aula, lutamos contra tudo, contra todos. Por cousas que muitas vezes compreendemos parcialmente, mais ainda, enxergamos diferente, enxergamos o futuro.
Antever o que acontecerá é a nossa tarefa, auxiliar, inspirar, sofrer, brigar até o fim.
Pelas crianças, pelos jovens, pelos profissionais, por outros docentes.
Quando dizemos não sabermos determinada cousa, este é o primeiro passo da humanização: Somos imperfeitos; sabemos um pouco mais, mas não tão mais, então eis o audaz, bem mais: Desafio.
E, se ainda assim, somos capazes de carregar o mundo todo nas costas, a cruz do ensino, do destino o estandarte, da eternidade...
Ser professor é empreender a Jihad todos os dias santificados, santificando o ensino como meio para obter-se métodos, para seres humano, mais humano.
São verdades, dias, vaidades, pensamentos, contribuições, esperanças, passageiros num grande amontoado de superação e virtude inviolável, variavelmente verossímil à vida vida:Vagueia na vã verdade advinda e invariável.
Somos mais, bem mais que letrados,somos pais, mães, filhos, filhas, irmãs, primos, tias, tios, taxistas, porteiros, contadores, engenheiros, loucos. Detemos conhecimento sobre algo, ensinamos.
Eis o orgulho de meu povo, que em si retrata as verdades e virtudes de tudo o que é, para ele, objeto de dificuldade, mais ainda: Ensina ao próximo através do exemplo jovial e desapegado da psique brasileira.
Amo meu povo, amo minha profissão, luto por uma causa.





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