terça-feira, 25 de outubro de 2011

Poesia Para a Janaína Abreu


Toda canção que canto, canto para você
Todo lugar que vou, penso em você
Mas quem é você?
 
Não sei se você é baixa, alta, magra ou gorda.
Bela e desajeitada, feia e jeitosa,
Se é louca de pedra ou se não se acha louca.
 
Sei que és ,porém, uma boa pessoa
Afinal, em minha'lma achaste a saída para essa escuridão
Que a mim me matava e dizia ser uma coisa à toa
Mas ali estava apenas uma alma torturada e cheia de autocomiseração.
 
Ah! Como as cousas são estranhas
Essas cousas que nos devoram as entranhas.
E sem mesmo perceber tinha dito a mim mesmo que estava cansado
Mas não! Estou lutando e, por quê não?
 
Esta tal Janaína não importo-me com sua aparência
Ou se tem um cacoete, ou se possui síndrome de tourrete.
Sei apenas que eu gostei dela, da forma que minha alma(!)
Diz eu tem de ser e assim é, pois ela me diverte.
 
Posso dizer sinceramente que estou apaixonado,
Uma paixão maior que Ágape.Apaixonei-me novamente por mim mesmo
Apenas por conta dessa menina que não sei como é o rosto,
Falei-lhe ao telefone apenas uma vez e trocamos apenas uns e-mail.
 
Enfim, Janaína, essa poesia não fala de você, nem de mim,
Ela fala da luz que você emana e do seu significado de sua estrela,
Pois além das cousas apenas suas que nunca conheci,
Sei que desta alma que escreve és amiga e, esta alma
Agradece por saber que és assim como és:Perfeita.
 
 
 
 
Hugo Antonio
EM:28/05/2003.

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